Geralmente os Projetos e Estudos de Viabilidade Econômica, são feitos quando a pessoa Jurídica necessita da retirada de um Capital de Giro junto a Instituições Financeiras, ou seja os Bancos, cada um oferece um tipo de taxa e juros, porém vai de acordo com o perfil do cliente, quanto de dívida ele tem na praça, quanto ele já pagou, quanto ele comprou e pagou, se o nome já teve restrições ou seja se já esteve com o nome sujo, quanto tempo levou para limpar, se na negociação houve desconto ou foi pago o saldo inteiro ou mesmo parcelado mas sem desconto, tudo isso conta e muito mais, quando o Consultor Financeiro vai preparar o Projeto de Viabilidade Econômica, ele vai mostrar ao Banco que é interessante emprestar o dinheiro ao cliente.
O Banco não quer saber de ficar com as garantias que o cliente apresenta ao solicitar um empréstimo, o Banco quer saber da liquides ou seja do pagamento das parcelas, por isso a importância do Projeto de Viabilidade Econômica, é nele que estará escrito as vantagens que o se tem ao alavancar essa empresa, mas vamos entender um pouco do que se trata.
Quando fazer: Um estudo de viabilidade econômica e financeira deve ser realizado sempre que um novo projeto esteja em fase de avaliação. Esse projeto pode ser tanto a expansão do seu negócio quanto a própria abertura da empresa.
Por que fazer: O grande benefício desse tipo de análise é conseguir visualizar através de projeções e números, o real potencial de retorno do investimento em questão e, portanto, decidir se as premissas estão interessantes e se o projeto deve ir adiante ou não.
Projeção de Receitas
Não existe um ordem específica de preenchimento dos dados para um estudo de viabilidade, mas sugerimos que inicie-se pela projeção de receita. O prazo de projeção varia de projeto para projeto de acordo com a expectativa de retorno. Ou seja, se você vai abrir uma lanchonete, provavelmente um horizonte de 3 a 5 anos seja suficiente. Já projetos maiores como uma construção de uma hidrelétrica, normalmente tem horizontes de décadas, pois o retorno é de maior prazo.
Nesse momento, o importante é conseguir fazer aproximações do tamanho do público-alvo, com premissas de conversões baseadas em dados históricos ou comparativos de mercado. Em casos que nenhuma opção é possível, deve-se fazer o cálculo inverso começando pelos custos já previstos e a receita necessária para obter uma taxa de retorno atrativa.
Outro ponto importante, é estimar a taxa de crescimento do negócio ao longo do tempo, visto que a receita não começa nem se mantém no mesmo patamar.